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Atualizado em 2025-09-24. Números e descrições seguem a literatura publicada, não o material promocional.
=== Qigong === Qigong e medicina chinesa dão ênfase a uma forma de energia chamada 精 (pinyin: jīng), também morfema que significa “essência” ou “espírito”. – busca-se desenvolver e acumular essa energia. “[Jing]]” é energia sexual e consideram que se dissipa com a ejaculação; portanto, masturbação é visto como “suicídio energético”. Na teoria do Qigong, a energia dos meridianos concentra-se nos órgãos sexuais durante a excitação. O orgasmo e a ejaculação expulsam essa energia do sistema. O provérbio chinês 一滴精,十滴血 (yì dī jīng, shí dī xuè, “uma gota de sêmen equivale a dez gotas de sangue”) ilustra essa ideia. O termo científico para sêmen em chinês é 精液 (jīng yè, “fluido de essência”) e para espermatozoide é 精子 (jīng zǐ, “elemento básico da essência”), termos modernos com origens clássicas.
Fontes: pt.wikipedia.org
=== Filosofia indiana === Nos Upanishads, escrituras do Hinduísmo, apresenta-se teoria de criação em que o Self supremo se transmuta pela ação de tapas (“calor”), importante no processo criativo. Tapas, em literatura sânscrita, refere-se ao calor sexual que incubaria a vida. A raiz tapas servia para expressar desejo sexual e amor. kama (desejo) foi associado a tapas (calor) para explicar emoções e energia que levam à relação sexual. A ligação entre termorregulação (tapas) e desejo sexual (kama) é encontrada na fisiologia: “Adolescentes e adultos férteis são quentes”. O calor interno, além de variar com tipo corporal, gera-se por menstrução, parto, ingestão de alimentos quentes e certas emoções. Calor em excesso é “indesejável e perigoso”. Mulheres consideradas mais “quentes” que homens devido a menstruação e gravidez, buscando alívio por secessão menstrual e banhos de óleo. No Kerala, ritual de talikettukalyanam unia garotas virgens a homens em casamento simulado, seguido de consumo e separação. Mulheres supostamente resfriam-se com sêmen masculino, visto como substância extremamente resfriadora. Calor em mulheres era sinônimo de shakti e fertilidade latente, mas perigoso se não controlado, sendo contido por “amarrar” roupas e banhos de óleo. Homens também “esquentam” sem ejaculação e devem canalizar sêmen via kundalini em práticas iogues. Hindus viviam tensão entre abstinência (poder) e satisfação sexual. Morris Carstairs relatou ansiedade masculina por spermatorreia e crença de que “leva 40 dias e 40 gotas de sangue para um de sêmen”.
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Em mulheres, medo de perda de fluido sexual (sravam) causava ansiedade. Em Ayurveda, Shukra designa sêmen e óvulo. Pessoas com shukra saudável aparentam força e vigor; sem o shukra, parecem exaustos e têm dificuldades criativas. Hidratação e digestão adequada de alimentos nutritivos (leite, ghee, nozes) promovem shukra saudável. Charaka preconiza brahmacharya (abstinência), dieta e descanso como pilares da vida. Atividade sexual saudável em fortes, mas em fracos enfraquece, restaurada pela abstinência. Ayurveda não favorece estilo monástico; nivel de shukra e dharma determinam atividade sexual.
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=== Filosofia grega === Em Grécia Antiga, Aristóteles afirmava que o sêmen é resíduo do sangue muito “concoctado” pela temperatura necessária ao macho. Segundo ele, “os espermatozoides são excreção do alimento” e advertia contra atividade sexual precoce, que desviaria nutrientes do crescimento corporal. Aristóteles notou também que a região ao redor dos olhos era “a mais frutífera de sêmen”, possivelmente explicando relatos de afetação ocular pela indulgência sexual. Pythagóricos consideravam “o sêmen gota do cérebro”. Na filosofia Estoica, o Logos spermatikos era princípio de razão ativa que fecundava a matéria passiva. Filon de Alexandria usou imagens sexuais para o Logos. Clemente de Alexandria equiparava o Logos ao sangue e dizia que alguns viam o sêmen como espuma do sangue. Para ele, “a semente não deve ser desperdiçada”. No culto cristão primitivo, acreditava-se que as mulheres tinham fluido equivalente armazenado no útero e sua retenção causaria histeria. Em rituais gregos, o sêmen era considerado miasma, exigindo purificação após sua descarga.
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Peptídeo é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Peptídeo apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
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